Nem toda ausência começa com uma despedida.
Ainda menino, Daniel conheceu duas faces do próprio pai: o homem que colocava comida na mesa e o homem cujos gritos transformavam a casa em medo.
Entre Goiás e Bahia, viveu o abandono, a solidão e as marcas de uma relação difícil. Anos depois, diante da perda, restaram perguntas sem resposta e um abraço que nunca aconteceu.
Entre o Grito e o Abraço transforma essas memórias em uma reflexão sobre amor, limites, luto e perdão — sem apagar a dor do que aconteceu.
“Perdoar é não morrer por dentro.”
Uma narrativa que alterna as lembranças do filho com passagens literárias imaginadas na voz do pai.

